Eu tava voltando pra casa, era uma quarta-feira à noite, você sabe, eu saio as 9 da noite as quartas, não sabe? Como sempre, eu cortei caminho pela praça, só pra passar por perto da nossa árvore... Sempre quis gravar nossos nomes naquela árvore, mas nunca fiz isso, porque, sinceramente, é bem brega.
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segunda-feira, 27 de maio de 2013
À prova de bala
Eu tava voltando pra casa, era uma quarta-feira à noite, você sabe, eu saio as 9 da noite as quartas, não sabe? Como sempre, eu cortei caminho pela praça, só pra passar por perto da nossa árvore... Sempre quis gravar nossos nomes naquela árvore, mas nunca fiz isso, porque, sinceramente, é bem brega.
sábado, 16 de março de 2013
Marcado.
Por: Roberta Spindler.
O homem despertou no meio da madrugada com um grito angustiado. A escuridão o envolvia como um cobertor. Com a respiração entrecortada e um suor frio escorrendo pelo peito nu, ele sentou na cama e puxou a cordinha do abajur que se localizava no criado-mudo à esquerda. A luz fez seus olhos arderem e revelou uma cena assustadora. Seus lençóis e braços estavam cobertos por sangue, pegadas de lama cobriam o chão do pequeno quarto e um odor ferroso tomava conta do ar.
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