Por: Ramon Giraldi
O raio de sol atravessou as frestas da janela,
atingindo os olhinhos de garota que dormia. Ela torceu o rosto, fazendo uma careta devido à luz. Em seguida veio um
longo bocejo. Tentou abrir os olhos, mas precisou esfregá-los com as mãos,
antes de conseguir abri-los totalmente.
No
segundo seguinte, pulou da cama, jogando o edredom para o lado; era como se sua
preguiça matinal estivesse acabado em um segundo. Cambaleou até a janela e
abriu com pressa. O sol brilhava suave no céu, parece ser um lindo dia, mas ela
estava pouco interessada no quão bonito ou feio o clima poderia estar. Seus
olhinhos correram pelo chão de grama e pela cerca de madeira branca. A cerca
era formada de tabuas brancas enfileiradas. Rente à cerca, uma roseira de rosas
vermelhas da sua mãe, e do outro lado, a casa de Jaqueline, sua vizinha.