“O que a gente
precisa é de um cara decente que lute por nós”, a voz ecoava para as duas
únicas pessoas que ouviam todo o relato anterior – e mais um garoto; aquele que
sentava sozinho, no fundo, ouvindo música e fazendo origamis; mais um “pária”.
Brenda acostumou-se em ficar por todo o intervalo dentro da sala de aula. Para
ela, era perigoso e infeliz ir para o pátio, mesmo nesta altura do Ensino
Médio... E Luana e Francine a acompanhavam pelo mesmo motivo.