Qualquer um, independente de como as use, sabe que há algo
de maligno e corrosivo nas estradas (e no mundo). Principalmente, naquelas que
seguem em linha reta, cruzando várias vidas e lugares diferentes e, assim,
permitindo que homens e mulheres em seus veículos esqueçam-se daquele conceito
antiquado e pueril chamado de “limite de velocidade”.